domingo, 26 de junho de 2011

Síndome de 2º jogo...Brasil repete feito do Mineirinho: ganha a primeira, mas perde a segunda partida.

Mais um fim de semana com rodada da Liga Mundial de Volei....Mais um Brasil x Estados Unidos, só que dessa vez, foi lá na casa do adversário. Vamos começar falando do primeiro jogo, o de sexta, dia 24 de Junho. Confesso, eu estava tensa e ansiosa pra que começasse logo. Amantes de volei, como eu, sabe que todo confronto em brasileiros e americanos é garantia de jogo bom e dificil. Logo no primeiro set o time ficou desfalcado: o oposto Leandro Vissoto saiu de quadra. Um edema o tirou da partida. No lugar dele entrou Théo, que até então, era um jogador desconhecido dos americanos e que correspondeu muito bem e foi o maior pontuador do Brasil. Mesmo com a saída de Vissoto, o Brasil nao perdeu o ritmo. Jogou forte, apertou a marcação no principal atacante americano, Matt Anderson, e fechou a partida em 3x1.Outro destaque também foi pra forma física de Giba, que no auge dos seus 34 anos e 1,92m mostrou que ainda tem muito volei pela frente.

Ataque do meio fundo com o Murilo tentando passar pelo duplo americano





Já no sábado, dia 25, os mesmos personagens, mesmo cenário, só que a história foi diferente. O Brasil deparou-se com uma outra equipe Americana. Os Estados Unidos haviam se recuperado da derrota do dia anterior e, como bons estrategistas, estudaram o jogo brasileiro e fizeram direitinho o dever de casa. O até então 'desconhecido' Théo ficou marcado durante boa parte da partida. O sistema defensivo dos EUA pegava tudo e transformava em contra-ataque. 
O central americano, Lee, tinha fechado a porta e ganhou a maioria das disputas na rede contra o Rodrigão, que por sinal não estava num bom dia. Matt Anderson (gatinho ele =D) dessa vez tinha encontrado seu jogo e se mostrou efetivo no ataque. E o Stanley...ah o Stanley...sequei tanto esse cara, mas não serviu muito. O americano tem um saque mega potente. Não é a toa que o Mestre Bernardinho diz que Stanley é o melhor sacador do mundo.
Tudo deu certo pros Estados Unidos que conseguiram neutralizar o jogo brasileiro, que mesmo quando tentava esboçar uma reação era parado pelos americanos. A equipe de Bernardinho não teve uma atuação esperada no segundo jogo. Os jogadores pareciam muito nervosos, principalmente por causa dos erros da arbitragem, só que os brasileiros tem de aprender que, querendo ou não, tudo depende da arbitragem, não adianta reclamar, por mais errado que esteja o juíz. O que tem que fazer é jogar e mostrar em quadra a potência brasileira (isso é válido pra todos os esportes, até mesmo pro futebol).
Do Brasil, destaco a atuação do Bruninho. Como eu já havia tuitado, ele deixou de ser apenas o filho do treinador pra ser o levantador da Seleção. Há quem ainda questione o jogo dele, mas, na minha opinião, Bruninho é um bom levantador, faz  boas distribuições e arrisca o tempo todo. É assim mesmo que levantador tem de ser, ousado. E ele ainda pode crescer muito mais...

Ponteiro americano, Priddy, passa pelo duplo de Rodrigão e Bruninho

Sobre o Autor

Fernanda Teixeira

Author & Editor

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