Olá pessoal! Sei que estou devendo postagem do Grand Prix. Não postei sobre o adversário de sábado, Porto Rico, porque é uma seleção sem expressão e que, como o esperado, não deu trabalho para o Brasil, que venceu por 3 sets a 0, parciais de 27/17; 25/12; 25/19).
No domingo, as brasileiras enfrentaram as donas da casa e também não teve muito trabalho. O grupo de Zé Roberto Guimarães fez direitinho o dever de casa vencendo por 3 sets a 0, parciais de 25/20; 25/ 22; 25/19 e garantindo a vaga nas finais do Grand Prix.
A China foi para a partida sem responsabilidade, pois já estava classificada não só porque ocupava a vice-liderança, mas também porque é a sede das finais, então, automaticamente já tem lugar garantido.
O Brasil atacou no ponto fraco das chinesas, o passe. As brasileiras forçaram o saque, dificultaram o trabalho de recepção da China e, consequentemente, facilitou o bloqueio verde e amarelo. As chinesas até esboçaram uma reação, mas não conseguiram.
A partida foi favorável para o Brasil não só pelo placar, mas porque as meninas jogaram bem, como todo mundo quer ver. Por fim, convenceram. Porém, agora a fase classificatória ficou para trás.
Os pontos foram zerados. Nessa fase final, todas as seleções jogaram entre si e ganha a competição o time que tiver o maior número de pontos. As seis equipes da disputa são: Estados Unidos, China, Turquia, Tailândia, Brasil e Cuba.
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| Bloqueio brasileiro contra a oposta Hooker (Foto: Gaspar Nóbrega / Vipcomm) |
O primeiro compromisso brasileiro na fase final é contra os Estados Unidos (ai meu Deus, elas, sempre elas...pedra o sapato). Vale lembrar que as americanas ganharam a partida contra as brasileiras, que jogaram em casa, na terceira rodada. Nas finais, os Estados Unidos vão com o time B, provavelmente, estão escondendo o jogo visando as Olimpíadas. Na madrugada de terça para quarta, às 2h, vamos descobrir e claro, torcer para o Brasil! Até lá ;)

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