No último sábado, 21 de setembro, o Vôlei Brasil Kirin/Campinas teve que ralar para conseguir sair com a vitória de 3 a 1 (parciais de (20/22; 21/17; 21/18 e 21/17) contra o Voltaço, no Ginásio do Taquaral pela segunda rodada da Superliga masculina. Foi a primeira partida da competição que o time de São Paulo jogou diante de sua torcida.
No primeiro set, os visitantes aprontaram para cima dos campineiros e estiveram à frente do marcados na maior parte da parcial. A boa atuação dos centrais da equipe da casa ajudou para que a partida fosse equilibrada, mas os fluminenses se aproveitar da instabilidade do adversário e fecharam o set.
A partir do segundo set o Brasil Kirin mudou de atitude: entrou em quadra mais focado e determinado para conseguir a vitória contra o Voltaço diante da torcida campineira e foi o que aconteceu. O time da casa virou e fechou o jogo. Destaque para o ponteiro João Paulo Bravo, que recebeu o Viva Vôlei, de melhor jogador do confronto. O companheiro de equipe, o oposto Rivaldo foi o maior pontuador do jogo, com 14 acertos.
Após a partida, o líbero campineiro, Alan, admitiu que a equipe entrou desligada em quadra. O camisa 1 exaltou a superação de seu time para virar o jogo e sair com a vitória, mas alertou que a atuação foi abaixo do que se pode fazer.
“Foi um jogo complicado, contra uma equipe que vai dar trabalho nesta Superliga. Entramos um pouco desligados e fizemos uma partida um pouco abaixo do que podemos mostrar, talvez por conta da sequência de jogos, mas nos superamos e conquistamos pontos importantes”, disse o defensor.
O técnico de Campinas, Alexandre Rivetti disse que já esperava encontrar resistência contra o Voltaço. Ele comentou que sua equipe teve oscilações em alguns momentos do jogo, mas que os seus comandados souberam se comportar para reverter o placar e saírem com a vitória.
“Esperávamos um jogo complicado e foi exatamente isto que encontramos. Tivemos alguns altos e baixos durante a partida, nossa saída de jogo não foi tão bem como nas últimas partidas, mas o time se comportou muito bem nas situações que foi exigido”, falou o treinador.
Rivetti ainda explicou a ausência do central Gustavão e a escolha de Nicolas para a função. O comandante campineiro afirmou que mesmo com a troca, o padrão de jogo da equipe se manteve.
“Optamos em escalar o Nicolas para dar uma folga ao Gustavão, que está desgastado pela sequência de jogos, mesmo assim não perdemos o padrão de jogo e saímos com um grande resultado”, explicou Rivetti.
O próximo compromisso do Vôlei Brasil Kirin/Campinas na Superliga será contra o Moda/Maringá, fora de casa, no ginásio Chico Neto, no Paraná, no dia 5 de outubro, às 21h30. Já o Voltaço encara o Vivo/Minas, em casa, na Ilha São João, no dia 16 de outubro, às 20h.

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