Na abertura da Superliga Feminina, na última sexta-feira, 27 de setembro, o Molico/Osasco recebeu no reformado ginásio José Liberatti o Maranhão Vôlei/Cemar, time estreante da Superliga, dirigido pelo técnico Chicão.
O time de Osasco, em quadra, levou a melhor, ao aplicar 3 a 0 (parciais de 21/11, 21/17, 21/16) no visitante, porém, no placar, antes mesmo do fim da partida, marcava nas parciais um triplo 21/0 para o time da casa, como se tivesse ganho por W.O.
O motivo para que isso ocorresse foi a SUPOSTA escalação irregular da levantadora argentina do Maranhão Vôlei, Yael Castiglione. Segundo informações divulgadas pela CBV, para poder atuar contra o Osasco, ela deveria ter recebido a condição de jogo na última quarta-feira, 25 de setembro, mas só recebeu na própria sexta-feira (27), dia da partida.
No regulamento da Superliga, no artigo 30, parágrafo 6º diz "a equipe poderá enviar, via Federação, a documentação de atleta para regularização no Sistema de Registro da CBV, em qualquer dia da semana, até o dia 14 de janeiro de 2014. No entanto, as relações nominais com a condição de jogo de cada atleta e membros da comissão técnica somente serão disponibilizadas para atuação e participação nos jogos toda quarta-feira de cada semana"
Nos próximos dias, a Confederação Brasileira de Vôlei (CBV), encaminhará a documentação da partida ao Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). Um auditor irá analisar o processo e decidir se haverá ou não julgamento do caso. Enquanto isso, os pontos e as parciais do jogo não serão computados.
Fonte: CBV
Foto: Alexandre Arruda/Divulgação CBV
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