Neste domingo, 13 de outubro, foi realizada a final do Mundial de Clubes, na Suíça. De um lado o time brasileiro, octacampeão da Superliga, Unilever Vôlei. Do outro, a equipe turca, que estava há 51 partidas sem saber o que era ser derrotada, o VakifBank Istanbul. O representante do Brasil bem que tentou quebrar a sequência vitoriosa do campeão europeu, no entanto, foi superado em 3 sets a 0, parciais de 25/23, 27/25 e 25/16, e ficou com a medalha de prata da competição.
Para Bernardinho, treinador da Unilever, faltou consistência para vencer a partida. Ele afirmou que algumas jogadoras renderam abaixo do que podem, porém isentou suas comandadas da derrota, já que estão em início de temporada.
“Não tivemos a consistência necessária para vencer. Jogamos até dois bons sets, mas tínhamos jogadoras ainda atuando abaixo do que podem. Não é culpa de nenhuma delas, pois estamos iniciando nosso trabalho", disse Bernardinho.
O treinador afirmou que a equipe buscará melhores condições de jogo no decorrer da temporada e espera conseguir novamente participar da próxima edição da competição internacional.
"Com nossas jogadoras em melhores condições, podemos jogar melhor. E é isso que buscaremos. Espero estar novamente no Mundial de clubes ano que vem”, disse o comandante brasileiro.
Mesmo sem atingir o objetivo de vencer o Mundial, Bernardinho não desmereceu a medalha de prata e afirmou que a Unilever Vôlei não volta triste para o Brasil.
“Não retornamos ao Brasil tristes. Obvio que gostaríamos de ter vencido, nosso objetivo era esse, mas fica uma grande lição. Hoje o time turco é o melhor do mundo", disse o treinador.
Fonte: Assessoria Unilever Vôlei
Foto: Márcio Rodrigues/MPIX

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