sábado, 31 de janeiro de 2015

Em jogo disputado, Rexona/Ades quebra sequência de vitórias do Camponesa/Minas



Em uma partida duríssima, válida pela quinta rodada do returno da Superliga Feminina 2014/2015, o Rexona/Ades venceu o Camponesa/Minas por 3 sets a 2 (23/25, 25/22, 25/19, 20/25 e 15/7). O jogo foi realizado na última sexta-feira, 30 de janeiro e contou com o Ginásio do Tijuca Tênis Clube lotado, com o total de público de mais de duas mil pessoas. 

A ponteira Gabi, da equipe carioca, foi a maior pontuadora do jogo, anotando sozinha 30 pontos, e recebeu o troféu de melhor em quadra. A jogadora comentou sobre o nível de dificuldade do jogo. Para ela, o time pecou em alguns momentos de decisão, mas o grupo se acalmou, colocou pressão e ainda contou com o apoio da torcida.

"A gente sabia que ia ser um jogo muito difícil. O Minas vinha de uma sequência de vitórias, não havia perdido ainda nesse turno. Acho que a gente pecou nos momentos decisivos para estar fechando alguns set. Começamos a partida errando demais e já não vínhamos fazendo uma boa partida desde o último jogo mas conseguimos colocar a cabeça no lugar, nosso sistema tático funcionou melhor a gente conseguiu colocar uma pressão maior  e claro a nossa torcida hoje que fez a grande diferença", disse Gabi.

A líbero Fabí, fez coro com a companheira de equipe e ressaltou que apesar do time estar invicto na Superliga, as jogadoras procuram sempre melhorar e ainda brincou com o técnico Bernardinho, conhecido por sua exigência e busca por excelência.

"Estamos buscando evolução. Ganhamos 16 vezes. É difícil mas, por incrível que pareça, temos muita coisa pra melhorar. A gente sabe disso. Existem coisas a serem trabalhadas.  Se num time que o Bernardinho dirigir, não tiver alguma coisa pra trabalhar tem alguma coisa errada" divertiu-se a líbero.

Do lado mineiro, a ponteira Jaqueline analisou sua equipe, que saiu na frente no marcador colocando pressão nas donas da casa, porém, os fundamentos passe e defesa falharam em alguns momentos dificultando o jogo do Minas. Apesar de não satisfeita com o placar, a jogadora ficou feliz com a determinação do time.

"Eu acho que a nossa equipe pecou muito. Passe e defesa não saiam de jeito nenhum. Acho que jogar dessa maneira contra a equipe que é o Rexona não dá pra ganhar. A gente sabe que elas estão invictas no campeonato. Eu estou feliz, não satisfeita, mas feliz porque o grupo não desistiu em nenhum momento mas a gente sabia que a equipe lá do outro lado seria difícil mesmo, mas vamos pensar daqui pra frente", declarou Jaque.

A jogadora ainda explicou que em um momento de pressão, como foi a partida com o Rexona, as jogadoras mais nova podem sentir um pouco pelo grau de dificuldade, mas valorizou o um ponto conquistado nos domínios do líder da competição.

"Nossa equipe é bem juventude e, às vezes, num momento de pressão elas sentem um pouco. Hoje elas sentiram um pouco, mas elas vão evoluindo, vão crescendo, criando experiencia porque é difícil mas eu tô muito feliz, pra falar a verdade, porque fazer um 3 a 2 numa equipe como o Rio de Janeiro é bom demais", finalizou.

Agora a Superliga Feminina dá uma parada para a disputa do Sul-Americano de Clubes entre os dias 4 e 8 de fevereiro em Osasco. Os representantes brasileiros serão o Molico Nestlé (time anfitrião da competição) e Rexona-Ades (atual campeão da Superliga). O nacional volta só no dia 9 de fevereiro. Na próxima rodada o Camponesa/Minas recebe o São José dos Campos, na Arena, dia 10, às 19h30. Já no dia seguinte, dia 11, o time carioca vai até Araraquara enfrentar o Uniara/Afav, às 20h, no ginásio Gigantão.

Por Raiane Oliveira e Fernanda Teixeira

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