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segunda-feira, 18 de março de 2013

E o provável aconteceu. Nada de surpresas. Pela nona vez consecutiva, Rio de Janeiro e Osasco vão disputar a final da Superliga Feminina, no Ginásio do Ibirapuera, no dia 7 de abril. Desde que eu acompanho a competição, na temporada 2005/2006, mais ou menos, NUNCA vi outra final e posso dizer que tá perdendo a graça.
Na verdade, fico feliz porque o time da minha cidade tá lá, mas cara, é complicado pra quem gosta de jogos com emoção e surpresas se deparar com dois times que estão há anos no mesmo embate.

Na sexta-feira, dia 15 de março, o Osasco garantiu a vaga na grande final no segundo jogo da melhor de três contra o Campinas. O placar foi de 3 a 0. Achei vergonhoso para um time tão bom como é o de Zé Roberto Guimarães. Novamente vou bater na tecla do psicológico das jogadoras. Até o Pinheiros que teve menos investimento conseguiu fazer o Osasco jogar mais do que o Campinas.

(Foto: Uéber Rosário/Ag Estado)

No fim da partida, o Zé tentou argumentar dizendo que a CBV deve rever o esquema de ranqueamento para evitar a mesma final manjada de sempre. Não tiro a razão dele não, é um fato a ser reavaliado, mas soou como uma desculpa de porque o time não jogou bem. Sei lá, minha opinião. Time nas mãos ele tinha, mas acho que elas se perderam em vários momentos da partida e jogar contra o Osasco não é fácil. Tem que ter o máximo de atenção, concentração e foco. Não pode bobear e o Zé sabe muito bem disso.

Já no sábado, dia 16 de março, eu estive presente no Maracanãzinho acompanhando Rio de Janeiro x Sesi, que resultou na vitória também por 3 a 0 do time carioca fechando a série melhor de três também no segundo jogo. O Sesi até tentou dá um susto no início de cada set, mas a única surpresa que eles conseguiram aprontar foi o mal estar da Sassá, ponteira do Sesi e que já foi do Rio, que caiu em quadra passando mal, preocupando todos nós.

(Foto: Pedro de Souza/AdoroFoto)

Graças a Deus a atleta melhorou. A equipe sentiu falta dela sim, afinal, Sassá é uma das melhores passadoras da Superliga, mas não foi desculpa para a pouca (quase nenhuma) resistência que o Sesi poderia ter imposto ao time de Bernardinho. Tanto Talmo Oliveira, treinador do Sesi, quanto Fabiana, central da equipe paulista, sabiam disso e reconheceram que poderiam ter feito melhor.

(Foto: Pedro de Souza/AdoroFoto)

Não estou desvalorizando os finalistas da Superliga Feminina. Longe de mim. Amo o esporte acima de muita coisa nessa vida. Mas confesso que eu gostaria de uma final diferente, algo mais equilibrado, que não haja domínio de time A e B. Nove vezes a mesma coisa, apenas mudando o ano e o vencedor, de vez em quando, fica chatíssimo e acaba rolando uma desvalorização. 
Mas aí entra a questão do investimento, já que as duas equipes são as "mais ricas", podemos dizer assim. Infelizmente, rola um pouco isso. Mas não é desculpa. Querem exemplo? Praia Clube e Pinheiros. Duas equipes que não têm grandes estrelas, mas fizeram uma campanha incrível. 
Só acho que é difícil encarar Rio e Osasco...é briga de cachorro grande.

RIO X OSASCO - FINAL DA SUPERLIGA FEMININA - ALGUMA SURPRESA?

domingo, 10 de março de 2013

ORGULHOSA. Essa é a palavra que me define quando o assunto é o nível da Superliga, tanto masculino quanto feminino. Vou começar dissertando sobre as semifinais das moças que teve início na sexta-feira. Os favoritos Rio de Janeiro e Osasco, saíram na frente, mas tomaram susto no primeiro set.

No confronto entre Sesi-SP e Rio de Janeiro, na Vila Leopoldina, as donas da casa surpreenderam a equipe carioca no primeiro set e saíram na frente no placar. Mas só que o time treinado por Bernardinho entrou mordido a partir do segundo set e viraram a partida, fechando em 3 sets a 1, com parciais de 23/25; 25/17; 25/20; 25/16. 
Eleita a melhor da partida, Nati tem evoluído cada dia mais. A potência do ataque dela, todos nós que acompanhamos volei conhecemos, só que a força se alia a técnica e faz da jogadora uma atleta incrível. Resultado: foi eleita a melhor da rodada. Torço muito por ela, principalmente por tudo que ela passou na temporada passado.
Do lado do Sesi, bom, o que falta é saber manter a cabeça no lugar nas horas decisivas, assim como o Campinas (que comentarei mais adiante). Atletas capacitadas e comissão técnica, a equipe tem, só que não tão conseguindo executar. Isso também é mérito do Rio de Janeiro, que soube anular as jogadas do time paulista.

Foto: Miguel Schincariol/AdoroFoto

No sábado foi a vez do clássico paulista, que disputou as finais do estadual, Osasco e Campinas. Assim como o Rio de Janeiro, o favorito Osasco saiu atrás na parcial, mas na hora certa soube evoluir e consertar os erros que atrapalharam e lhe tiraram um set. As meninas do Zé Roberto começaram muito bem a partida, ritmo avassalador e induzindo o Osasco ao erro.
Vou destacar a cubana marrenta da Daymi Ramirez. A jogadora incendeia a partida, mesmo tendo a torcida do José Liberatti toda pegando no pé. É assim que ela gosta de jogar, provocando e sendo provocada (que nem o Lorena, no Masculino...mas ele eu me amarro porque é engraçado, rsrs). É na vibração que ela vira as bolas. Só acho que ela tem que parar de se preocupar em ficar provocando os torcedores e as adversárias e jogar mais, manter a cabeça no lugar nas horas decisivas.
A partir do segundo set a história foi outra. Não dava pra achar que a partida estava ganha e o Zé sabia disso, já que do outro lado havia cinco campeãs olímpicas treinadas por ele. Apesar de conhecer muito bem suas comandadas de Seleção e cantar as pedras para as jogadoras de Campinas, as meninas do Zé não souberam pôr em prática aquilo que o comandante alertou. O psicológico de Campinas também deve ser trabalhado porque nos momentos decisivos, o time se perde em quadra e eu estou batendo nessa tecla já faz um tempo.
Bom para o outro excelente treinador, Luizomar de Moura. O cara tem uma seleção nas mãos e sabe trabalhar e muito bem com as suas comandadas. 

Foto: Fábio Rubinato/AGF

A segunda partida das semifinais começa sexta com Campinas x Osasco, na Arena Amil, a partir das 21h. Já o Rio de Janeiro encara o Sesi no Maracanãzinho a partir das 10h do sábado, dia 16. Partiu? Lembrete: Se Rio e Osasco vencerem seus respectivos jogos, a final estará definida.

SEMIFINAL 1 DA SUPERLIGA FEMININA DE VOLEI 2012/2013

quinta-feira, 7 de março de 2013

Olá pessoal! Consegui passar por aqui e blogar sobre o fim das quartas de final da Superliga Feminina. Os semifinalistas estão definidos, Rio de Janeiro, Sesi-SP, Campinas e Osasco.

O Sesi-SP e o Campinas conquistaram a vaga nas semifinais na competição apenas no último jogo na série melhor de 3. Não assisti a nenhum dos dois, não porque eu não quis, mas sim porque minhas obrigações não deixaram. Porém, fiquei acompanhando o Livescore.




Pelo o que li na internet, o Sesi não brincou em quadra e não permitiu que o Praia Clube respirasse pra passar na frente. Já o Campinas teve um pouquinho de sufoco, já que o Pinheiros conseguiu tirar um set dele.

O que se pode perceber é o grande domínio dos times paulistas na Superliga Feminina. Pelo menos um será finalista. Alegria para quem mora em São Paulo, já que a grande final será no estado.

Sesi-SP e Rio de Janeiro abrem a série melhor de 3 das semifinais na sexta-feira, dia 8 de março, a partir das 21h, na Vila Leopoldina. Nos confrontos que tiveram esse ano, a equipe carioca levou a melhor, mas não se pode deixar levar por estatísticas, já que o time vem embalado e numa crescente na competição. 




O bloqueio que é o forte do Rio precisa neutralizar principalmente a Tandara, que apesar de ser instável, quando está numa boa noite é difícil de segurar.

Já no sábado é o duelo paulista que disputou a final do estadual: Osasco e Campinas. É um confronto que particularmente, quero muito assistir porque vale a pena. Na primeira rodada do turno, o time de Zé Roberto Guimarães venceu as campeãs mundiais. Já no jogo de volta, melhor pra Osasco.




O time de Luizomar de Moura é sem dúvidas uma constelação. É difícil de vencer, mas acho que o status de imbatível é demais. Muitas craques reunidas, mas não dá pra deixar de pensar que do outro lado tem um tricampeão olímpico estrategista e que conhece muito bem os pontos altos e fracos do Osasco.

Na minha opinião, o único favorito para a final desses quatro é o Rio de Janeiro. Acho que está num patamar acima do Sesi, mas não dá pra fazer previsões. Quando se entra em quadra, meu amigo, estatísticas ficam de fora. Vence quem errar menos e fizer o dever de casa direitinho.




Praia Clube e Pinheiros saíram com um gostinho de quero mais. As duas equipes jogaram de igual pra igual e provocaram o terceiro jogo com duas grandes equipes. Confesso que torci muito pro Praia Clube passar. Mas devemos aplaudir o belíssimo trabalho feito pelos treinadores Spencer Lee e Wagão e que o excelente resultado das equipes sirvam de exemplo para competições futuras.

AQUECENDO AS TURBINAS PARA AS SEMIFINAIS DA SUPERLIGA FEMININA

domingo, 3 de março de 2013

As quartas-de-final da Superliga Feminina está equilibrada. Enquanto Osasco e Rio de Janeiro já se classificaram para as Semifinais, sem muita dificuldade, Praia Clube, Sesi, Campinas e Pinheiros ainda estão na busca das últimas duas vagas e farão o terceiro jogo na série melhor de 3.

No jogo de sexta-feira entre Praia Clube e Sesi, em Uberlândia, a equipe mineira jogou na garra e pelas mãos da ousada levantadora Juliana, conseguiu aplicar um lindo 3 a 0, com parciais de 26/24; 25/20; 25/22. Apesar do placar fácil, as parciais foram altas, o que demonstram o equilíbrio apresentado entre ambas as equipes. O terceiro jogo será na segunda-feira, dia 4 de março, em Uberlândia novamente, a partir das 18h30.

Alexandre Arruda/CBV

A outra quarta-de-final que falta ser definida é do confronto entre Campinas e Pinheiros. O time da capital paulista venceu por 3 a 0 o a equipe de Walewska e companhia por 3 a 2, parciais de 31/29; 25/14; 16/25;23/25;15/11. Vou te falar que eu não dava muita coisa para o Pinheiros não, mas o time surpreendeu e muito, com destaque para a ponta Ellen, que jogou muito, tava sempre pedindo bola. Só acho que o jogo não pode ser concentrado nela, se não fica muito manjado. As outras jogadoras tem de ter mais confiança também. Já no lado do Campinas, desde o início da competição o fator psicológico tem atrapalhado em muito as jogadoras. Na hora da pressão, elas não conseguem controlar o nervosismo e acaba cedendo o placar para o adversário. O jogo 3 da série será na Arena Concórdia, em Campinas, na terça-feira, dia 5 de março, a partir das 21h.

Foto: Felipe Christ/Amil

As outras partidas das quartas-de-final, Rio do Sul x Rio de Janeiro e Minas x Osasco, foram sem surpresas e definiram o time de Bernardinho e Luizomar como semifinalistas. Rio de Janeiro está a espera do seu adversário que sairá do confronto entre Praia Clube e Sesi. Já Osasco está de camarote esperando Campinas ou Pinheiros. De qualquer forma, será um time de São Paulo que chegará a final da Superliga.

Façam suas apostas ;)

SUPERLIGA FEMININA - QUARTAS DE FINAL AINDA NÃO ACABARAM

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Olá pessoal, tudo bem? Eu sei que eu tô um pouco sumida, blog desatualizado há anos luz, mas é que tô sem tempo mesmo. Porém, entramos na fase decisiva da Superliga Feminina e daqui a pouquinho também será a vez dos homens, então tenho que correr contra o tempo.

A Superliga Feminina já está nas quartas de final. Pra quem não sabe, a série é melhor de 3 jogos, sendo que o time de melhor campanha na classificação tem a vantagem de jogos dois jogos em casa.

O primeiro jogo foi entre Sesi-SP e Praia Clube. O time de São Paulo saiu na frente na série melhor de 3. Não assisti ao jogo (como já falei, meu trabalho está me consumindo e não está dando para acompanhar alguns jogos) mas dizem que foi uma excelente partida da Carol Albuquerque, que é reserva da Dani Lins.
As duas equipes são muitos boas e muito bem comandadas. Mas o fator 'experiência' deve ter pesado para o lado do Sesi. O Praia Clube é uma das gratas surpresas da Superliga, mas ainda acho que é "cavalo-paraguaio" nos momentos decisivos, o time perde a concentração e cede o placar. Mas isso não quer dizer que na segunda partida vai acontecer o mesmo. 
A primeira partida foi 3 a 0 pro time de São Paulo, parciais de 25/23; 25/15; 15/25; 25/21

(foto: divulgação)

O Sollys/Osasco, como sempre massacrando o adversário e passou sem dificuldades o Minas por 3 a 0, parciais de 25/17; 25/17; 25/11. Li que foi a noite da Sheillão, que anda meio apagadinha da Superliga. Mas vamos combinar uma coisa, a oposta aparece na hora decisiva. Que momento pra crescer na competição, justo nos playoffs. Atenção adversários, Sheilla brilhando, é perigoso.

(Foto: CBV)

A exemplo do Osasco, a Unilever/Rio de Janeiro também passou fácil pelo Rio do Sul. Esse jogo eu consegui ir \o/ Palmas para mim. Saí direto do trampo e segui para o Tijuca Tenis Clube. O time gaúcho bem que tentou dá uns sustos na equipe da casa, mas ó, elas têm que comer um pouquinho mais de feijão com arroz. Mas vale ressaltar que a líbero fez boas defesas. Mas já dá pra chutar o placar né, 3 a 0, parciais de 25/19; 25/13; 25/18.

nota: quero ressaltar a porrada da Natália na cara da jogadora do Rio do Sul que deve ter visto passarinhos. Nada contra a atleta da equipe gaúcha, mas adoro quando a Nati solta essas porradas.

Crédito: Pedro de Souza/Adorofoto

E pra fechar a primeira rodada das quartas de final, o confronto entre Campinas e Pinheiros. O time do Zé Roberto Guimarães saiu atrás no placar, mas aí reagiu e venceu por 3 a 1.

(Créditos:Felipe Christ/Vôlei Amil)

A segunda partida entre as equipes começa na sexta-feira, dia 1º de março. Será que vai ter algum time que não vai precisar da terceira partida e se classificar logo para a semifinal? Amanhã, posto a minha opinião ;)

Beijos

QUARTAS DE FINAL DA SUPERLIGA FEMININA - AGORA A COISA FICOU SÉRIA

 
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