Passada a Liga Mundial, chegou a vez das moças disputarem a competição equivalente no feminino, o Grand Prix. O Brasil estreou em casa, no ginásio Arena Amil (ou Concórdia, como queiram), em Campinas, interior de São Paulo. Os adversários foram os mais difíceis que poderiam ser: Polônia, Rússia e Estados Unidos, e a nossa seleção despachou TODAS elas.
A primeira vítima foi a Polônia, de Skowronska. O Brasil cedeu o primeiro set, mas depois se recuperou e fechou em 3 a 1. O segundo jogo foi contra a Rússia. Para esse confronto, precisa de uma atenção especial aqui no blog. Vocês sabem que sempre que essas duas seleções se enfrentam sai faíscas e no Grand Prix não foi diferente.
Mesmo sem a gigante feiosa da Gamova e a debochada da Sokolova, que anunciaram aposentadoria, o jogo foi quente. É um clássico no volei mundial. Na transmissão da TV, comentaristas compararam esse duelo com o Brasil e Cuba dos anos 90, que saia porrada. Hoje em dia é difícil você ver dedo na cara, mas os afrontes continuam e o jogo de sábado contra as russas deixou isso bem claro. A provocadora de confusões atende pelo nome de Goncharova. Mas as gracinhas dela não surtiram efeito, porque nossas meninas ficaram com mais sangue nos zóio, daí o Brasil virou o jogo e fechou em 3 a 2.
No dia seguinte, o último compromisso foi contra a renovada equipe dos Estados Unidos. As americanas, assim como as polonesas, assustaram no primeiro set e levaram a parcial. Só que o que faltou nos EUA sobrou no Brasil: maturidade pra levar o jogo. E assim, o Brasil fechou mais uma partida em 3 a 1.
Após os compromissos em Campinas, a seleção embarcou para Porto Rico, sede da próxima etapa do Grand Prix. Além das donas da casa, nossa seleção irá enfrentar a Bulgária (da Vasileva, vocês se lembram bem dela da última Superliga né?) e a República Dominicana.
Após os compromissos em Campinas, a seleção embarcou para Porto Rico, sede da próxima etapa do Grand Prix. Além das donas da casa, nossa seleção irá enfrentar a Bulgária (da Vasileva, vocês se lembram bem dela da última Superliga né?) e a República Dominicana.
CONSIDERAÇÕES SOBRE O BRASIL
Achei o Brasil um pouco nervoso nas partidas. Normal para a estreia e contra grandes adversários. Essa chave realmente era muito difícil e o fator casa com certeza ajudou para que a seleção conseguisse bons resultados. Poréééém, devo atentar a quantidade de erros e a linha de passe. Acho que precisa de um ajuste e também mais precisão para botar as bolas no chão.
Outro ponto que quero destacar é a Sheillão. Incrível como as adversárias respeitam ela. Dá pra perceber que quando ela está em quadra, as adversárias 'pira'. Não é atoa que a nossa oposta é uma das melhores (pra mim é a melhor) do mundo. Quem também se destacou foi a Fabizona, no jogo contra as americanas. A capitã brasileira entrou no lugar de Adenízia e mostrou quem é que manda ali na rede e deu mais segurança as companheiras.
DESFALQUE
Na etapa do Brasil, Fabíola foi relacionada e entrou nas inversões de 5x1. Entrou bem, diga-se de passagem, porém, a levantadora está fora do restante da competição. Devido a um problema pessoal, Fabíola pediu dispensa e deve voltar a Seleção somente na disputa do Sul-Americano, após o Grand Prix.
Foto: Fan Page CBV
Foto: Fan Page CBV

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