O Brasil está de vento em poupa no Grand Prix. Nesse fim de semana, na etapa do Cazaquistão, a seleção bicampeã olímpica conquistou três vitórias fáceis, por 3 a 0, contra Cuba, Holanda e as donas da casa, respectivamente. O resultado garantiu o segundo lugar na classificação geral da competição, atrás apenas da China, que está com 100% de aproveitamento.
A campanha brasileira consiste em nove jogos, oito vitórias e uma derrota (pra Bulgária). Na fase final, que será disputada em Sapporo, no Japão, as meninas comandadas por Zé Roberto Guimarães vão encontrar, além da China, Sérvia, Estados Unidos, Itália e as anfitriãs japonesas, que automaticamente estavam classificadas por serem donas da casa.
Tirando as americanas, as brasileiras vão encontrar novas adversárias e de peso. Tirando a primeira rodada, em que enfrentou a Polônia, os EUA e a Rússia, o Brasil não encarou tantas dificuldades, apesar da derrota diante da Bulgária. Ao mesmo tempo que isso foi bom pra não ter muitos desgastes na fase classificatória, pode prejudicar, justamente por isso, porque tirando a primeira rodada, não enfrentou seleções de grande expressão mundial.
O fato é que vamos precisar madrugar e/ou virar a noite pra podermos acompanhar e torcer para as nossas meninas. A pedreira será dura. O esquema da disputa será o seguinte: as seis seleções classificadas jogarão e será o vencedor quem acumular mais pontos, ou seja, será de pontos corridos (o que eu não gosto).
A etapa final do campeonato será disputada entre os dias 28 de agosto e 1º de setembro. Até lá, o Brasil vai treinar, estudar os adversários e se preparar muito pra erguer a taça pela nona vez no Grand Prix, porque já faz tempo que a gente não é campeã da competição.
Foto: FIVB

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